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Perguntas e Respostas

 

As famílias que ficarem capitalizadas devem continuar a fazer os depósitos?

 

É norma que, se as pessoas pararem de pagar um plano de saúde por sessenta dias às operadoras setoriais, perderão o direito de somar a Saúde Pública médico-hospitalar com serviços e recursos privados.
Existem planos de saúde, como o NIPOMED, o extinto SINAM da Associação Médica Brasileira e o plano atual da APM, o SINASA, que funcionam como as operadoras setoriais, sobre a base médico-hospitalar do SUS.

Eles reservam o mercado em parcerias com alguns profissionais, clínicas, laboratórios de análises e hospitais registrados pelo Poder Público, inclusive pelos Conselhos Regionais de Medicina, que são credenciados pelo SUS para o Sistema Nacional de Saúde Suplementar.
Se os sócios das operadoras setoriais pararem de pagar as mensalidades ou anuidades, perderão o direito ao privilégio que haviam conseguido, de somar serviços e recursos sociais nos hospitais públicos e privados registrados pelo SUS.

Eles perderão também o direito de usufruir os hospitais públicos de referência e universitários, sendo atendidos como clientes particulares que, em caso de internação, ocupariam apartamentos diferenciados, pagando somente a diferença.

É norma que, se as pessoas pararem de pagar um plano de saúde por sessenta dias às operadoras setoriais, perderão o direito de somar a Saúde Pública médico-hospitalar com serviços e recursos privados.
Por isto é bom manter os depósitos mensais, ainda que seja num plano básico e por eqüidade, às operadoras setoriais; se os cartões forem bloqueados, as internações à Saúde Pública conjunta poderão ser questionadas.

Entretanto poderá utilizar todos os recursos que capitalizou e resgatar a despesa paga com cheques pessoais, mediante a compensação dos recibos no banco depositário do Fundo.

 

 

 
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